quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

LITERATURA INOVADORA

LITERATURA INOVADORA


4. Charuto cubano
Decidi escrever esta obra em um estilo de peça teatral. Desenvolvi 4 atos, sendo basicamente as cenas em um bar e na casa de uma das personagens. Discutem sobre corrupção, literatura, monopólio da comunicação, "pão e circo", violência doméstica, etc. As questões metapsíquicas continuam presentes e, no final, uma surpresa.

3. Servos modernos - revolucionários silenciosos
Em Servos modernos, ingresso na literatura social e política. Aqui, discuto a escravidão moderna. Ernesto, o protagonista, e mais seis amigos decidem fazer uma revolução social. Ele e Carlão são os mentores da luta do trabalho contra o capital e o estado. Benito, Pancho, Pernambuco, João Russo e José Simão formam o grupo dos sete homens que mudarão dos destinos do país. As questões metapsíquicas estão presentes.

 
2. Empreendedorismo - fatos, dilemas,fachadas e os mistérios da vida
Aqui, criei personagens mentores que vão guiando o protagonista em diversos assuntos ligados ao empreendedorismo. Linguagem simples e objetiva. Aspectos metafísicos surgem ao longo do texto, de modo a cumprir a missão que me foi dada.


1. Teoria J - uma abordagem ousada sobre empreendedorismo
Texto leve, linguagem coloquial, orientações para empreendedores, reflexões e humor. Além da Teoria J (Teoria do Jaci).

 

 Parceria com a Editora Multifoco: https://editoramultifoco.com.br/
https://editoramultifoco.com.br/loja/autor/jaci-alvarenga-theodoro-filho/
 
http://www.livroseopiniao.com.br/2017/07/professor-capixaba-lanca-charuto-cubano.html





sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Charuto cubano - saiba mais...



FRAGMENTOS DO MEU LIVRO
 



Uma “canja” do meu livro Charuto cubano.
Sobre literatura
...
CASTRO – E aí, Oliveira, qual é a sua opinião sobre a literatura? Estávamos aqui comentando sobre  Servos Modernos do Pena (suspende a cabeça apontando o Pena Filho).
OLIVEIRA – No meu modo de ver, a literatura é uma fotografia, digamos, é um olhar crítico da linha de um tempo vivido pelo autor. Dostoievsky acertou quando afirmou que a literatura, além de ser um espelho das paixões, é um vasto documento humano. Claro está que o russo não navegava, ele mergulhava no âmago do ser humano. Enfim, a literatura é um processo educativo. Agora, sobre o seu livro (dirige o olhar para Pena Filho), em minha modesta opinião, você testifica fatos da nossa época. Isso é grandioso, pois creio eu ser o papel de um escritor.
...
Sobre o golpe
OLIVEIRA – E aí, Tião, esteve na passeata contra o governo?
TIÃO – Ô, Oliveira, meus parentes têm bolsa família, comprei minha casa e a minha vida melhorou. Tô fora de passeata. Você, por acaso, viu preto e pobre nas passeatas? Isso tá me cheirando a golpe. Mestre Oliva, rico não admite trabalhador no poder. Não tenho estudo, mas enxergo longe. A fome e a mendicância foram a minha escola. Esses branquelos ricos acham que enganam o povão. Se derrubarem a Presidenta, vamos comer o fígado deles. Falo mesmo, pois nessa roda só tem cabeça boa. Bom, acho que abri demais o bico... Vou buscar uma gelada.
AYRAM – Não está cheirando, Tião, é golpe.
...
Sobre política
...
OLIVEIRA – Também duvido, Vladimir! Quem vive ao lado do temor nunca será livre. A Presidenta, se conhecesse o Maricá, não estaria nesta barca furada. O marquês, certa ocasião, afirmou: Quem confia em traidores, a si próprio se atraiçoa.
CASTRO – Traidores, meus amigos, são anódinos e oportunistas, e só se revelam no final da fita. Só muda o tempo. Basta voltarmos à época dos golpes de estado. A história registra tudo, tudo... Ela é impiedosa. Foi o caso do Elevador Carioca. Aquele era um incendiário de marca maior, tipo Cícero, ora de um lado, ora do outro, em busca de um consulado.
...
PENA FILHO – Meus amigos, apesar de tudo, ainda acredito no país. Urge uma revolução silenciosa e não estamos longe dela, penso eu. É preciso reconstituir a nossa nação.
...
CASTRO - Acham que quem pita um charuto cubano é retrógrado. Ideias velhas! Eles hão de ver o futuro do mundo capitalista...

Bom, é isto! No final, tem uma surpresa metafísica.
 
Jaci Alvarenga – Escritor e Professor

Vendas:
https://editoramultifoco.com.br/loja/product/charuto-cubano/












terça-feira, 13 de junho de 2017

Charuto cubano - novo livro no mercado


CHARUTO CUBANO

Meu 4º livro chega ao mercado.



Charuto cubano surgiu de uma simples ideia: descrever colóquios de um grupo social. A escolha dos assuntos recaiu sobre o quadro político do país, além de outros temas que necessitam de um debate mais amplo por parte da sociedade, tais como: corrupção, evergetismo, cultura, alcoolismo, violência doméstica e cinismo social. Desenvolvi a obra através da reprodução de conversas das personagens sobre estes assuntos. Pareceu-me mais fácil transpor a narrativa, inicialmente em prosa, para diálogos, similar ao estilo das peças teatrais. Portanto, reforço com a seguinte explicação: não sou dramaturgo e pouco entendo desta forma de arte. Simplesmente criei um argumento, imaginei as cenas e inseri as palavras nas falas de cada personagem. Em suma, esta obra não se destina à realização teatral.

Charuto cubano é um livro que discorre sobre problemas do país, do mesmo modo quando participamos de discussões em um grupo social. A diferença, aqui, diz respeito à homogeneidade do grupo em suas convicções políticas e sociais. O livro reproduz a realidade do sujeito diante da vida, por assim dizer, pois os indivíduos discutem tudo o que ouvem e leem, cada qual com seus pontos de vistas, sejam eles convergentes ou divergentes. Sob essa perspectiva, o cenário escolhido para o desenvolvimento da obra foi um bar. Nele expelem-se alegrias, amarguras, sonhos, realidades e indignações. Ademais, torno a refletir sobre as questões metafísicas, sobretudo para tremeluzir os mistérios da espiritualidade, permitindo ao leitor vislumbrar o que está debaixo deste véu tão incógnito.

Conheçam os novos apelidos dos "políticos": 4 Vogais, Unha Encravada, Zé do Norte, Temeroso, Serrinha do Pascoal...

Jaci Alvarenga
 Vendas:
http://editoramultifoco.com.br/loja/product/charuto-cubano/




quarta-feira, 22 de março de 2017

LEI DA TERCEIRIZAÇÃO

LEI DA TERCEIRIZAÇÃO

Apresento-lhes fragmentos do meu livro Servos modernos - revolucionários silenciosos. Nele, o protagonista efetua uma reflexão sobre a Lei da Terceirização. Ei-lo:


..."Pior que isso, meu velho, vai ser a nova lei da terceirização. Se aprovada, presenciaremos a bancarrota financeira dos “pejotistas”.
- Você tem razão! Haja paletós nas cadeiras das estatais.
Bem lembrado sobre esta lei da terceirização. Amigo, já passei por isso e sei bem como funciona.
- Salários altos, meu velho, redução de custos, isso é fato - Ernesto assentiu sobre as demissões.
- Mas, diga-me como funciona o trabalho terceirizado?
- Nem te conto, meu velho! Imagine a seguinte situação: você emite a nota fiscal de serviços para o patrão. Certo? Sobre o valor bruto da nota deve aplicar os descontos fiscais. Acontece que o valor líquido não é suficiente para que o empregado terceirizado cumpra seus compromissos. Pois bem! Aí vem o grande dilema desse tipo de trabalhador, pois, dependendo do seu enquadramento fiscal, deve recolher os
demais impostos. É mandatório.
- Paga-se ou ingressa-se na lista dos devedores. – Ernesto opinou
- Claro, meu velho! Sabe o que fiz para sobreviver?
- O que você fez?
- Simplesmente paguei impostos no primeiro ano de atividade da empresa; depois, amigo, fui empurrando com a barriga, ora pagava um tipo de imposto, ora não pagava outro.
- Que doideira, Chico!
- Amigão, precisava levar o “leite” das crianças. Comer, beber, dormir, medicar e estudar. Esta era a minha lei de vida.
- O governo não bloqueou sua empresa?
- Bloqueou nada! Mas um dia não teve jeito, pois a situação ficou insustentável. A conta chegou e foi altíssima.
- Puxa vida, Chico. E aí, como você se saiu dessa encrenca fiscal?
- Ernesto, este sistema de trabalho é só para homens que têm extrema coragem. Bom, mas no final do filme, os políticos sempre arranjam um jeito de remendar as roupas puídas...."

   Ademais, é importante ressaltar que aqueles "políticos" proprietários de empresas de prestação de serviços e, principalmente portadores de contratos milionários com governos, nadarão de "braçada" nas tetas do Estado. E não é só isto! Ampliarão sua carteira de novos serviços para a iniciativa privada (marketing, finanças, produção, tecnologia da informação, compras...). E os sonhos dos nossos jovens esvoaçarão nas trevas.

Jaci Alvarenga - Escritor e Professor



Editora Multifoco
http://editoramultifoco.com.br/loja/product/servos-modernos-revolucionarios-silenciosos/